MiraExpo do Saber

Música e atividades sensoriais animam alunos do Berçário

A história dos Três Porquinhos estava por toda a parte no espaço dedicado ao Berçário na “XXIII MiraExpo do Saber – Conhecer para Preservar”, realizada no dia 30 de setembro. Mas uma coisa chamou a atenção dos pais e visitantes: a decoração foi feita pelos próprios alunos.

“Todas as crianças participaram, cada um do seu jeito, pintando, construindo e desenhando”, conta a coordenadora pedagógica Luciana Diniz. A proposta do Centro Educacional Miraflores é oferecer estímulos para que o bebê vá experimentando sensações e, através do próprio corpo, realize ações que levem ao produto final da atividade.

Superando desafios

Os bebês se divertiram na oficina de contação de histórias e no espaço sensorial, composto por três circuitos que levavam às casas dos três porquinhos. “Cada casa tem um estímulo para fazer algo concreto: instrumentos musicais, brinquedos e tapetes com texturas diferentes. E as crianças vão utilizar o corpo para superar esses desafios”, diz Luciana.

“Eu fico satisfeita de ver que a Maria Luiza está evoluindo bem. A gente chega em casa e percebe que cada dia teve uma coisa diferente no Berçário. É importante para ela ter os estímulos das historinhas, da música, das brincadeiras psicomotoras. Tem toda uma atenção cognitiva para eles”, diz Ludimila Torres, mãe de Maria Luiza Ferreira.

Os bebês pensam!

A coordenadora pedagógica Evelise Teves enfatiza que a ideia de que os bebês não precisam ir para a escola tão cedo é ultrapassada. “Ele não estava sendo estimulado dentro da barriga da mãe?  Não tinha todas as sensações? Então, assim que a criança nasce, a gente tem que estimular. O importante é saber o que é esperado para esse bebê a cada quatro ou cinco meses”, diz.

A convivência diária também gera um forte vínculo afetivo. “O mais importante é a gente conhecer os nossos alunos. Tem que acolher com carinho esse ser tão pequeno porque as famílias depositam uma confiança muito grande no nosso trabalho. Existe um respeito com cada indivíduo e suas necessidades”, completa Evelise.

“Eu fico segura de que ele está no lugar certo. Achava que o Guilherme estava precisando de mais espaço, por isso decidi trazê-lo para cá”, diz Fátima Reis, mãe de Guilherme Reis.